Somos tão jovens...
Eu chorei porque eu te amo mas eu não sei amar. Eu chorei porque eu sempre canso de tudo e tudo sempre cansa de mim. Chorei de cansaço profundo de sempre cansar de tudo e tudo sempre cansar de mim...
Ele era sol e eu lua. Trilhamos caminhos diferentes unidos por um amor impossível, amor que emocionou até o destino, que com compaixão de nós nos permitiu um breve encontro. E em uma de minhas translações nos deparamos um de frente para o outro. Ele era luz e eu escuridão e juntos eramos um eclipse.
O menino que observava a Lua.    (via esplandecer)

A crítica sem lógica e embasamento é pura inveja.
Elisa Bartlett  (via oxigenio-dapalavra)

Sou flores, porque não consegui ser caule, nunca servi para dar suporte, sempre precisei mais do que podia oferecer. Raízes sempre foi o mais distante de mim, nunca servi para sustentar algo, ainda mais se tratando de um ser. Sempre fui a parte mais sensível, mais chamativa, mas servia só para isso, só mantia a aparência, enquanto dependia de suportes para sobreviver.
Julio Venori.  (via oxigenio-dapalavra)

Você pode fechar os olhos para as coisas que você não quer ver, mas você não pode fechar o seu coração para as coisas que você não quer sentir.
Linkin Park (via devoras)

Eu quero um pensamento do tamanho e formato exato de mim. Eu preciso seguir em frente. Que ele seja repleto de coragem e determinação. Que ocupe cada aresta, cada beirada e resto de canto desocupado de mim. Que a confiança seja apenas o seu inicio e mais avante nele esteja estampada a destreza de amar sem medo. Que ele me inspire e faça saltar do meu peito palavras de luz e perseverança em todas as direções. Um pensamento tão perfeito capaz de me jogar pro alto, bem alto, e entre as nuvens mostrar o segredo escondido de como é bom estar vivo. Você pode não me entender, mas é que eu preciso seguir em frente. Dúvidas? Elas sempre existirão. Mas nem elas sobreviverão a liberdade do amor incondicional. Amar por amar. Sim, meu caro, eu quero um pensamento completo, que depois de ocupar cada lacuna vaga ou esquecida de mim, faça dos meus olhos lanternas para o mundo com reflexos de otimismo. E que por onde eu passe espalhe um exército de compaixão fuzilando preconceitos, radicalismos textuais, monocromáticos, religiosos ou radicais. Sim, eu quero cores de todas as tonalidades e sexualidades. Felicidade? Uma palavra que de tanto pertencer ao futuro agarrou-se aos sonhos se tornando lembrança ou desejo, mas nunca parte de mim. Pois então, que este pensamento seja a tal felicidade. Eu quero pupilas bem grandes pra ver tudo em 6d, dimensões paralelas ou convexas, tanto faz, mas que me tragam a paz e o sorriso de estar entre tantas possibilidades. Um pensamento que, com dedos longos e mãos ariscas, me faça rascunhar um beijo ou um simples aperto de mão na tela que se tornou tão espessa com tintas misturadas à terra de tantos caminhos e jornadas inúteis e em vão. Que tenha a textura do vento, que me preencha na totalidade e faça enxergar um futuro exuberante. Um mundo em sua plenitude espiritual, completo, complexo e integralmente repleto de amor. Depois de tudo esticaria os meus braços espreguiçando satisfeita de ter feito um bom trabalho e ter seguido em frente.
Elisa Bartlett  (via oxigenio-dapalavra)

À cada poesia
que sangra dos
meus dedos é
um pouco da
minha alma
rasgando.
Ana Lua.   (via florejaste)

Pode falar que eu nem ligo, agora eu sigo o meu nariz.
— (via mais-am0r)

Ser inteligente é usar o silêncio para não entrar em brigas desnecessárias.
Clarice Lispector.    (via finais)

Aviso: eu não sou legal. Não gosto de gente burra, que força intimidade nas primeiras conversas e de repetir a mesma coisa duas vezes ou ter que responder perguntar óbvias até pra uma porta. Não me apego a praticamente ninguém… Mas quando me apego, é pra valer. Sou o tipo de amigo que não tá sempre bem, mas tá sempre junto. Sou facilmente conquistado pela boca. Tenho mania de corrigir os outros (e ficar puto quando sou corrigido), ironizar tudo — o tempo todo — e sou bem chatinho. Eu gosto de cafuné, dormir de ladinho e de chupões no pescoço. Outra coisa: uma dose de grosseria é sempre bom.
Vinícius Kretek. (via nevarias)

Recordações ficam. Sonhos vão pra baixo do tapete. Planos mudam a direção.
Clarissa Corrêa (via 7-belos)

Eu sempre escrevo o que eu queria que fosse, com a esperança de que seja, como um lembrete de que será. E o que escrevo é como um grito no vazio da noite, enquanto todos dormem… e ninguém consegue me escutar. Porque em grande parte do meu tempo eu voo sem asas. Eu plano no espaço que é tão escuro que torna possível ver as estrelas de perto brilhando. Não um voo físico, mas é um voo real… E me saem lágrimas dos olhos porque eu posso tocar a poeira estelar e esfarelar com os dedos…Me saem lágrimas dos olhos ao ver lá de cima, enquanto sonho, que comparada a todo o resto, eu nada sou.
—  Eu escrevo em forma de sonho através de um grito. (via oxigenio-dapalavra)

Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. E que, até o último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história, para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de amor da sua vida. E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato, a mais bela história de amor da sua vida.
Tati Bernardi.  (via nevarias)

As vezes é preciso deixar ir, e se adaptar a falta, o vazio, a agonia.
   (via nevou)

Todo poeta tem sua própria loucura como confidente.
Elisa Bartlett   (via oxigenio-dapalavra)

No silêncio do meu peito sopra um vento.
Elisa Bartlett     (via oxigenio-dapalavra)

@romanceais