“Se por acaso
morrer do
coração é sinal
que amei demais.”
— Rita Lee.  (via eternismo)

“Sou desastrada, não tenho o corpo perfeito, me esqueço das coisas rápido, gosto muito rápido das pessoas, meu cabelo é bagunçado, sempre fico chateada quando falam mal de mim, mas tento ser forte. Às vezes sou antagônica, mas uma coisa que eu nunca vou conseguir ser, é ser normal.”
Kristen Stewart.  (via versates)

“Não importa quantos se importam, ou fingem que se importam. Não importa se tenho amigos ou um coração maltratado. Ninguém vai entender. Por isso, no fim do dia, estarei no mesmo lugar de sempre. Em meu quarto, com a porta trancada, na companhia apenas de alguém que me entenderia: Eu mesmo.”
Thiago Lopes.  (via autorias)

“Mas por que Alasca?”, perguntei. Ela sorriu com o canto direito da boca. “Bem, depois eu descobri o que significava. É uma palavra de origem aleúte, Alyeska. Significa ‘aquilo em que o mar bate’, e eu adorei. Era grande, como eu queria ser.
John Green  (via shadow-y)

“Escreva. Seja uma carta, um diário ou umas notas enquanto fala ao telefone, mas escreva. Procura desnudar a tua alma por escrito, ainda que ninguém leia, ou, o que é pior, que alguém acabe lendo o que não queria. O simples ato de escrever nos ajuda a organizar o pensamento e a ver com mais clareza o que nos rodeia. Um papel e uma caneta fazem milagres, curam dores, consolidam sonhos, levam e trazem a esperança perdida. As palavras têm poder.”
Paulo Coelho (via apologi-ze)

“Ela é descomplicada. Nem tudo vai tirar um sorriso dela, mas também não vai ser muito difícil fazer ela feliz. Gosta de ficar sozinha, sem ninguém para testar a sua paciência. Talvez isso faça com que ela se sinta melhor, já que ser invisível sempre foi o seu forte. Porém, ela não gosta de ser invisível, as vezes ela se sente mal por não ter ninguém ao seu lado quando precisa. Ela acha que afasta as pessoas, ou isso é apenas mais uma paranoia da sua cabeça. Cheia de amigos, cheia de pessoas conhecidas. Quem olha acha que ela tem tudo, mas na verdade muita coisa ainda faz falta. Com o tempo ela vai se descobrindo, com o tempo ela vai se conhecendo de verdade.”
Essa sou eu, Sara Oliveira (via relatos-ocultos)

“Sofro do mal dos poetas
Escrevo quando a dor me corta
Rimo quando a tristeza me toma
E ponho no papel
o que dentro de mim não cabe

A desilusão é minha prosa
O sofrimento meu verso
Pego a dor do mundo
abraço, choro, rezo
E o poema se faz.

— Os poemas que você me causa. - Bella M.    (via oxigenio-dapalavra)

“Ele chegou. Calmo e mansinho, era todo lindo, carinhoso e cativante. Seu sorriso me domava, ele era o meu domador, ele era o meu problema, mas sempre gostei de problemas, sempre. Começamos a prosear, ele tinha bom papo e seu olhar era tão cafajeste quanto o seu sorriso, com o passar do tempo começamos a nutrir sentimentos, começamos a namorar, começamos a nos amar, começamos um sentimento no qual achei que fosse o amor, começamos um sentimento no qual começou a me desfazer em pedacinhos. Com o passar do tempo terminamos tudo o que havíamos construído, tudo! Ele foi embora do mesmo jeito que chegou, calmo e mansinho. Eu fiquei, fiquei por ali, fiquei por aqui, fiquei jogada por ai, por aqui, por ali, por lá. Ele voltou, mas não voltou para os meus braços, mas todo aquele sentimento que eu sentia por ele voltou, o pior é que o idiota tinha o meu bem mais precioso, meu coração. Ele fez eu ser cinzas e pó, porém também fazia eu renascer das cinzas, o amor dele me mantinha viva com ele longe ou perto, eu sempre o amaria. Triste é porque ele preencheu todas as páginas do meu livro, e eu fui só uma folha rasgada do livro dele. Hoje escrevo nos bares, e ele sai por ai colecionando e embriagando corações. O amor é assim, meu caro, histórias bem contadas, porém mal terminadas.”
A Escritora de Bar. (via nevarias)

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